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Desde 1974

António Pires de Lima

Antonio Magalhães Pires Lima

Deputado em 2 legislaturas (CDS).

No Parlamento

No debate 20

Intervenções nos debates das leis e dos projetos chumbados do site, em excertos literais do Diário da Assembleia da República.

“Não cabe na cabeça seja de quem que quer que for (com sensibilidade) questionar a justiça e a necessidade de, rapidamente, se repor esta situação aos trabalhadores nocturnos da Câmara Municipal do Porto.”

António Pires de Lima (CDS)

No debate de Projeto de lei 197/X: Altera o Decreto-Lei n.º 259/98, de 18 de Agosto, repondo a justiça social na atribuição do subsídio nocturno, altera o Decreto-Lei n.º 53-A/98, de 11 de Março, criando condições para que as autarquias locais possam atribuir compensações pelo risco, penosidade e insalubridade no trabalho e cria condições para a regulamentação pelo Governo, da efectiva aplicação dos suplementos, compensações e outras regalias de risco, penosidade e insalubridade no trabalho à restante administração pública.Chumbado · o partido votou abstenção

Diário da AR

“1405 | I Série - Número 033 | 24 de Junho de 2005 Em Espanha, têm oito anos para usar os prejuízos fiscais! O Orador: - Tenho a certeza absoluta do que estou a dizer! Não me estou a referir às Entidades de Tenência de Valores Estranjeros (ETVE).”

António Pires de Lima (CDS)

No debate de Lei 50/2005: Altera o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares, o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas, o Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado, a lei geral tributária e o Regime Complementar do Procedimento de Inspecção TributáriaVotou abstenção

Diário da AR

“Queria começar por agradecer ao Partido Socialista o tempo que me cedeu para pedir esclarecimentos.”

António Pires de Lima (CDS)

No debate de Projeto de lei 197/X: Altera o Decreto-Lei n.º 259/98, de 18 de Agosto, repondo a justiça social na atribuição do subsídio nocturno, altera o Decreto-Lei n.º 53-A/98, de 11 de Março, criando condições para que as autarquias locais possam atribuir compensações pelo risco, penosidade e insalubridade no trabalho e cria condições para a regulamentação pelo Governo, da efectiva aplicação dos suplementos, compensações e outras regalias de risco, penosidade e insalubridade no trabalho à restante administração pública.Chumbado · o partido votou abstenção

Diário da AR

“Na apresentação deste Orçamento houve muito boa gente que identificou méritos e intenções extraordinariamente positivas na proposta apresentada pelo Governo socialista. A maioria das vozes que se ergueram em defesa do Governo não surpreenderam o CDS.”

António Pires de Lima (CDS)

No debate de Lei 60-A/2005: Orçamento do Estado para 2006Votou contra

Diário da AR

“Assim que verificámos os mapas relativos à receita e à despesa tivemos oportunidade de publicamente lançar as nossas dúvidas. Esperamos que o Governo hoje tenha a capacidade de esclarecer esta Câmara relativamente a esta evolução, que lança as mais ponderosas dúvidas relativamente àquilo que se está a passar no controlo da despesa.”

António Pires de Lima (CDS)

No debate de Lei 60-A/2005: Orçamento do Estado para 2006Votou contra

Diário da AR

“Não há, de facto, matéria mais negativa na apresentação desta proposta de lei de Orçamento do Estado do Governo socialista do que o tema dos impostos. Nós, CDS, folgamos em ver, agora, o PSD aderir ao discurso que nós próprios fizemos desde o início, quando fomos confrontados com a visão inicial deste Orçamento.”

António Pires de Lima (CDS)

No debate de Lei 60-A/2005: Orçamento do Estado para 2006Votou contra

Diário da AR

“Não sei se o Deputado Braga da Cruz falou atendendo à sua sensibilidade como ex-Ministro da Economia ou como futuro Ministro Economia desde Governo socialista. É que estamos a chegar ao fim deste debate sobre o Orçamento do Estado - amanhã terão lugar as intervenções finais - e gostaria de indagar o Primeiro-Ministro e o Governo, através do Sr. Presidente, sobre aquilo que se passa com o Ministro da Economia.”

António Pires de Lima (CDS)

No debate de Lei 60-A/2005: Orçamento do Estado para 2006Votou contra

Diário da AR

“Relativamente ao tema dos impostos, penso que ontem já aqui ficou muito claro que não é pelo facto de se anunciar, com cinco ou seis meses de antecedência, que se vão aumentar alguns impostos que os mesmos deixam de ser aumentados quando se verifica realmente o seu aumento.”

António Pires de Lima (CDS)

No debate de Lei 60-A/2005: Orçamento do Estado para 2006Votou contra

Diário da AR

“Numa encenação tipo "filme B", de má qualidade, pouco rigorosa - e em co-produção que responsabiliza o cada vez menos independente Governador do Banco de Portugal, Dr. Vítor Constâncio -, apresentou o Governo o seu Orçamento rectificativo para 2005.”

António Pires de Lima (CDS)

No debate de Lei 39-A/2005: Procede à primeira alteração à Lei n.º 55-B/2004, de 30 de Dezembro (Orçamento do Estado para 2005)Votou contra

Diário da AR

“V. Ex.ª qualifica este Orçamento como um Orçamento da verdade. Estou de acordo e o CDS-PP também. Este é um Orçamento da verdade, na medida em que põe a nu a sua incapacidade, enquanto Ministro das Finanças, a sua impotência, a sua rendição para controlar a despesa do Estado e combater a "gordura" e o desperdício no Estado.”

António Pires de Lima (CDS)

No debate de Lei 39-A/2005: Procede à primeira alteração à Lei n.º 55-B/2004, de 30 de Dezembro (Orçamento do Estado para 2005)Votou contra

Diário da AR

“Para quem está contra a essência e aquilo que é básico e estruturante deste Orçamento de Estado, confesso que não é fácil fazer propostas, na especialidade, relativamente ao mesmo, porque o que nós realmente queríamos era outro Orçamento do Estado, que servisse as necessidades do País.”

António Pires de Lima (CDS)

No debate de Lei 109-B/2001: Orçamento do Estado para 2002Votou contra

Diário da AR

“Com toda a simpatia, o seu percurso breve, tememos que não longo, de Ministro das Finanças tem sido um percurso de equívocos, enganos e contradições. Numa palavra, o seu percurso tem sido de pequenas, médias e, agora, grandes incompetências, as quais começam a tornar a sua posição verdadeiramente insustentável.”

António Pires de Lima (CDS)

No debate de Lei 4/2002: Segunda alteração à Lei nº 30-C/2000, de 29 de Dezembro - Orçamento do Estado para 2001Votou contra

Diário da AR