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Desde 1974

Inês Domingos

Inês Carmelo Rosa Calado Lopes Domingos

Deputado em 3 legislaturas (PSD).

No Parlamento

No debate 10

Intervenções nos debates das leis e dos projetos chumbados do site, em excertos literais do Diário da Assembleia da República.

“Os ativos por impostos diferidos não são ativos mágicos, surgem porque o atual Código do IRC não permite às instituições de crédito reconhecerem fiscalmente a totalidade das imparidades que registam contabilisticamente.”

Inês Domingos (PSD)

No debate de Lei 119/2019: Alteração de diversos códigos fiscaisVotou abstenção

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“A elisão fiscal é uma fonte de desigualdades inaceitáveis, pois oferece uma vantagem competitiva às empresas incumpridoras, face às cumpridoras. O PSD tem sempre defendido, com medidas concretas, o combate à elisão fiscal, seja no anterior Governo, seja na atual Legislatura.”

Inês Domingos (PSD)

No debate de Lei 32/2019: Reforça o combate às práticas de elisão fiscal, transpondo a Diretiva (UE) 2016/1164, do Conselho, de 16 de julhoVotou a favor

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“Só que não é só isto, o investimento privado também está estagnado, e está estagnado porque o Governo não soube, nem está interessado, em criar um clima de confiança para os empresários investirem, porque recua na reforma do IRC, aumenta os impostos para as atividades inovadoras e de sucesso, como foi o caso do alojamento local, e ataca a competitividade das empresas permanentemente.”

Inês Domingos (PSD)

No debate de Projeto de lei 316/XIII: Aprova o Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento II (CFEI II)Chumbado · o partido votou a favor

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“E, ao longo desta Legislatura, essa visão tem-se refletido numa ativa limitação à atividade destas entidades. A CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários) já disse no Parlamento que tem dificuldade em contratar funcionários que são indispensáveis; a Autoridade da Concorrência disse que deixou inspeções por fazer;…”

Inês Domingos (PSD)

No debate de Lei 71/2018: Orçamento do Estado para 2019Votou contra

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“As empresas e os empresários que geram emprego e prosperidade são ignorados por este Governo. Pior: na proposta inicial do Governo apresentaram-se medidas vazias, mas foram aumentadas taxas e taxinhas, incluindo o ISP, que agravam a carga fiscal sobre empresas e empresários.”

Inês Domingos (PSD)

No debate de Lei 71/2018: Orçamento do Estado para 2019Votou contra

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“A dívida pública, em Portugal, subiu sucessivamente com este Governo, tendo atingido, em 2018, o máximo histórico de perto de 250 000 milhões de euros. Em percentagem do PIB, a dívida pública portuguesa é a terceira mais elevada da Europa.”

Inês Domingos (PSD)

No debate de Lei 71/2018: Orçamento do Estado para 2019Votou contra

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“O rolo compressor das esquerdas não poupou as famílias. O Governo socialista, comunista e bloquista fala à boca cheia de famílias e de igualdade, mas, na prática, a maioria rejeitou até agora todas as propostas do PSD que procuravam tornar a fiscalidade mais justa para as famílias com mais filhos.”

Inês Domingos (PSD)

No debate de Lei 114/2017: Orçamento do Estado para 2018Votou contra

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“Este Governo só aumenta as exigências para as empresas e trabalhadores independentes, mas acha que pode pagar tarde e a más horas. O anterior Governo tinha reduzido os pagamentos em atraso em 75%, para 920 milhões de euros, no final de 2015, e com este Governo voltaram a aumentar para 1200 milhões de euros.”

Inês Domingos (PSD)

No debate de Lei 114/2017: Orçamento do Estado para 2018Votou contra

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“Se há uma continuidade neste Orçamento é na desconfiança à iniciativa privada. Desde o início, este Governo está de costas voltadas para os empreendedores, para a liberdade de atuação das famílias e, com este Governo socialista, comunista e bloquista, a desconfiança alarga-se às empresas, aos empreendedores e até à área social.”

Inês Domingos (PSD)

No debate de Lei 114/2017: Orçamento do Estado para 2018Votou contra

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“Esta proposta de lei que estamos aqui a debater hoje visa transpor uma Diretiva da União Europeia relativa aos intermediários e consultores no ramo do crédito. É uma iniciativa que, obviamente, é muito importante, tendo em consideração que a dívida privada em Portugal é muito elevada.”

Inês Domingos (PSD)

No debate de Lei 46-A/2017: Autoriza o Governo a regular o acesso e o exercício da atividade de intermediário de crédito e da prestação de serviços de consultoria relativamente a contratos de crédito, transpondo a Diretiva 2014/17/UE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 4 de fevereiro de 2014, relativa aos contratos de crédito aos consumidores para imóveis de habitaçãoVotou a favor

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Votos contra a orientação do grupo 13