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Desde 1974

Chumbado a 18 de maio de 2012

Isenta os portadores de doenças crónicas, os portadores de doenças raras e os desempregados do pagamento de taxas moderadoras no acesso às prestações do Serviço Nacional de Saúde (SNS), estabelece a isenção de encargos com transporte não urgente, altera o cálculo dos critérios de insuficiência económica e alarga as prestações de cuidados de saúde isentas de pagamento de taxas moderadoras procedendo à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 113/2011, de 29 de novembro.

Projeto de lei n.º 233/XII

Proposto por BE · entrada a 11 de maio de 2012

Votação

GeneralidadeRejeitado
A favor
Abstenção
Contra

No debate

O que disse cada partido, em excertos literais do Diário da Assembleia da República.

“O Partido Socialista entendeu dar ao Governo e aos partidos da maioria uma nova oportunidade para reapreciarem o diploma que regula as prestações de saúde e os custos que as mesmas representam para os cidadãos, nomeadamente procurando resolver um conjunto de questões que a legislação atual não resolve.”

António Serrano (PS)

O partido votou abstenção

Diário da AR · Vídeo

“Além deste aumento, incluíram ainda novos atos sujeitos à cobrança de taxas, ou seja, os cuidados de enfermagem, e até criaram uma nova modalidade de consultas, que são as consultas não presenciais.”

Paula Santos (PCP)

O partido votou a favor

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“Falo de um cidadão que pagou 160 €, no Hospital Geral de Santo António do Porto, e de uma cidadã que, no IPO de Lisboa, só de análises clínicas pagou 86 € de taxas moderadoras. Onde estão os 50 €, de limite, que o Governo prometeu aos portugueses e, com isso, tentou iludir a opinião pública e este Parlamento?”

João Semedo (BE)

O partido votou a favor

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“Relativamente ao transporte não urgente de doentes — aproveito para me dirigir também ao Partido Comunista Português e ao Bloco de Esquerda —, no passado dia 19 de abril, o Governo já aprovou uma alteração ao Decreto-Lei n.º 113/2011, que passa a estabelecer que o Serviço Nacional de Saúde assegura quase na totalidade o pagamento do transporte não urgente de doentes, e a situação já está prevista — pasme-se, Srs.…”

João Serpa Oliva (CDS)

O partido votou contra

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“De que a instituição hospitalar em causa prontamente procedeu à correção do erro em causa, sendo que o valor apurado se situa, aproximadamente, em um terço daquele valor e a instituição restituiu o valor ao utente.”

Miguel Santos (PSD)

O partido votou contra

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Todas as intervenções (6)

“O Partido Socialista entendeu dar ao Governo e aos partidos da maioria uma nova oportunidade para reapreciarem o diploma que regula as prestações de saúde e os custos que as mesmas representam para os cidadãos, nomeadamente procurando resolver um conjunto de questões que a legislação atual não resolve.”

António Serrano (PS)

O partido votou abstenção

Diário da AR · Vídeo

“Além deste aumento, incluíram ainda novos atos sujeitos à cobrança de taxas, ou seja, os cuidados de enfermagem, e até criaram uma nova modalidade de consultas, que são as consultas não presenciais.”

Paula Santos (PCP)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“Falo de um cidadão que pagou 160 €, no Hospital Geral de Santo António do Porto, e de uma cidadã que, no IPO de Lisboa, só de análises clínicas pagou 86 € de taxas moderadoras. Onde estão os 50 €, de limite, que o Governo prometeu aos portugueses e, com isso, tentou iludir a opinião pública e este Parlamento?”

João Semedo (BE)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“De que a instituição hospitalar em causa prontamente procedeu à correção do erro em causa, sendo que o valor apurado se situa, aproximadamente, em um terço daquele valor e a instituição restituiu o valor ao utente.”

Miguel Santos (PSD)

O partido votou contra

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“Relativamente ao transporte não urgente de doentes — aproveito para me dirigir também ao Partido Comunista Português e ao Bloco de Esquerda —, no passado dia 19 de abril, o Governo já aprovou uma alteração ao Decreto-Lei n.º 113/2011, que passa a estabelecer que o Serviço Nacional de Saúde assegura quase na totalidade o pagamento do transporte não urgente de doentes, e a situação já está prevista — pasme-se, Srs.…”

João Serpa Oliva (CDS)

O partido votou contra

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“Queria também comunicar que toda a informação está disponível no site da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS). Os Srs. Deputados podem facilmente, através do Google, encontrar o site e verificar a informação.”

Miguel Santos (PSD)

O partido votou contra

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Fontes

Texto e processo no parlamento.pt

Votações e intervenções dos dados abertos da Assembleia da República e do Diário da AR.