Chumbado a 13 de outubro de 2023
Criação de linha de prevenção do suicídio no Serviço Nacional de Saúde
Projeto de lei n.º 923/XV
Proposto por BE · entrada a 22 de setembro de 2023
Votação
No debate
O que disse cada partido, em excertos literais do Diário da Assembleia da República.
“Por isso, o que se costuma fazer e o que se deve fazer, em responsabilidade, é apelar às pessoas que nos estejam ou possam estar a ouvir e que precisem de ajuda que liguem às linhas que já existem — embora incompletas e imperfeitas, como veremos —, como a SOS Voz Amiga ou a linha SNS 24, para ter a ajuda de que precisam na prevenção do suicídio.”
Rui Tavares (Livre)
O partido votou a favor
“O primeiro e, na verdade, o único estudo epidemiológico nacional de saúde mental foi publicado em 2013, com dados recolhidos entre 2008 e 2009, o que significa que estes dados têm já cerca de 15 anos.”
Isabel Pires (BE)
O partido votou a favor
“O que se sabe é que existem fatores e eventos de vida, além de condições relacionadas com a saúde mental, que podem tornar alguém mais vulnerável ao suicídio. Se há área em que o Governo tem tido uma aposta clara, é a da saúde mental.”
Anabela Rodrigues (PS)
O partido votou contra
“Esta é uma realidade que se agravou durante a pandemia, com especial impacto nas crianças e nos jovens, e que ainda não tem uma resposta atempada e adequada por parte do Serviço Nacional de Saúde.”
Joana Cordeiro (IL)
O partido votou a favor
“Discutimos hoje um conjunto de iniciativas que versam a realidade do suicídio e da saúde mental, uma realidade altamente preocupante pela sua expressão quantitativa, pelo tremendo dramatismo familiar e também pela sua indiscutível complexidade e impacto social.”
Guilherme Almeida (PSD)
O partido votou a favor
“Naturalmente, devemos encará-lo do ponto de vista da saúde pública, enquadrá-lo nessa perspetiva e, também, ter uma abordagem naquilo que me parece que deverá merecer a nossa atenção, nomeadamente, as causas do suicídio.”
João Dias (PCP)
O partido votou a favor
“Nesse dia, deu-se ênfase à necessidade de uma ação coletiva para encarar o problema e recordou-se a importância de cuidarmos da saúde mental e de apoiarmos os mais vulneráveis. Segundo as Nações Unidas, existem fatores de risco que provocam os comportamentos suicidas: desemprego, abuso de diversos tipos, distúrbios de saúde mental e dificuldade no acesso à assistência médica.”
Pedro Pessanha (Chega)
O partido votou a favor
Todas as intervenções (9)
“Por isso, o que se costuma fazer e o que se deve fazer, em responsabilidade, é apelar às pessoas que nos estejam ou possam estar a ouvir e que precisem de ajuda que liguem às linhas que já existem — embora incompletas e imperfeitas, como veremos —, como a SOS Voz Amiga ou a linha SNS 24, para ter a ajuda de que precisam na prevenção do suicídio.”
Rui Tavares (Livre)
O partido votou a favor
“O primeiro e, na verdade, o único estudo epidemiológico nacional de saúde mental foi publicado em 2013, com dados recolhidos entre 2008 e 2009, o que significa que estes dados têm já cerca de 15 anos.”
Isabel Pires (BE)
O partido votou a favor
“Nesse dia, deu-se ênfase à necessidade de uma ação coletiva para encarar o problema e recordou-se a importância de cuidarmos da saúde mental e de apoiarmos os mais vulneráveis. Segundo as Nações Unidas, existem fatores de risco que provocam os comportamentos suicidas: desemprego, abuso de diversos tipos, distúrbios de saúde mental e dificuldade no acesso à assistência médica.”
Pedro Pessanha (Chega)
O partido votou a favor
“Esta é uma realidade que se agravou durante a pandemia, com especial impacto nas crianças e nos jovens, e que ainda não tem uma resposta atempada e adequada por parte do Serviço Nacional de Saúde.”
Joana Cordeiro (IL)
O partido votou a favor
“O que se sabe é que existem fatores e eventos de vida, além de condições relacionadas com a saúde mental, que podem tornar alguém mais vulnerável ao suicídio. Se há área em que o Governo tem tido uma aposta clara, é a da saúde mental.”
Anabela Rodrigues (PS)
O partido votou contra
“Perguntei, dali de cima, da tribuna, onde é que estavam as 10 equipas comunitárias de saúde mental que foram prometidas para 2023. Nenhuma foi criada! Era isso que a Sr.ª Deputada devia ter vindo aqui explicar.”
Joana Cordeiro (IL)
O partido votou a favor
“Discutimos hoje um conjunto de iniciativas que versam a realidade do suicídio e da saúde mental, uma realidade altamente preocupante pela sua expressão quantitativa, pelo tremendo dramatismo familiar e também pela sua indiscutível complexidade e impacto social.”
Guilherme Almeida (PSD)
O partido votou a favor
“Naturalmente, devemos encará-lo do ponto de vista da saúde pública, enquadrá-lo nessa perspetiva e, também, ter uma abordagem naquilo que me parece que deverá merecer a nossa atenção, nomeadamente, as causas do suicídio.”
João Dias (PCP)
O partido votou a favor
“Ouvi, há pouco, a Sr.ª Deputada Anabela Rodrigues, do Partido Socialista, dizer que muito há a fazer a nível da saúde mental em Portugal. Estamos inteiramente de acordo. São propostas como estas, que o Chega traz hoje a este Plenário, que temos de aprovar e em que temos de deixar a ideologia de lado.”
Pedro Pinto (Chega)
O partido votou a favor
Fontes
Texto e processo no parlamento.pt
Votações e intervenções dos dados abertos da Assembleia da República e do Diário da AR.