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Desde 1974

Primeira alteração à Lei n.º 104/2009, de 14 de setembro, que aprova o regime de concessão de indemnização às vítimas de crimes violentos e de violência doméstica

Lei n.º 121/2015

Votação

Votação final globalAprovado
Abstenção
Outras votações (1): generalidade, especialidade
GeneralidadeAprovado
A favor
Abstenção

No debate

O que disse cada partido, em excertos literais do Diário da Assembleia da República.

“Para isso, o Estado tem a obrigação constitucional de assegurar os meios materiais e humanos adequados, em formação e número suficiente, para que, nas diversas dimensões de abordagem deste flagelo, no domínio da prevenção, acompanhamento e erradicação e também ao nível do sistema de justiça e dos profissionais necessários, estes funcionários judiciais ou técnicos das equipas multidisciplinares de apoio aos tribunais…”

Rita Rato (PCP)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“º do Código Penal, tornando a violência doméstica um crime público. Voltando um pouco atrás, o Deputado Luís Fazenda disse então, e cito: «Não desconhecemos que esta medida só por si não combate o flagelo.”

Cecília Honório (BE)

O partido votou a favor

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“A violência doméstica é uma realidade atroz que ainda não vencemos, pese embora todo o esforço que temos vindo a fazer e que tem sido transversal a todos os governos ao longo destes 15 anos, desde que foi definida, em 2000, como crime público.”

Elza Pais (PS)

O partido votou abstenção

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“Justiça seja feita, todos os partidos políticos representados nesta Casa se têm empenhado no combate a este drama. Todos os decisores políticos percebem que, por muito que se faça neste combate, a realidade está ainda longe do que desejaríamos.”

Carla Rodrigues (PSD)

O partido votou a favor

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“São dos crimes mais difíceis de investigar. A obtenção de prova depende muito do testemunho da vítima, vítima esta que durante a investigação, não raras vezes, opta por ficar em silêncio — um silêncio que tanto pode ter origem na culpa ou na dependência emocional face ao agressor como resultar de justificações mais simples, como seja, exatamente, a falta de segurança.”

Teresa Anjinho (CDS)

O partido votou a favor

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Todas as intervenções (7)

“São dos crimes mais difíceis de investigar. A obtenção de prova depende muito do testemunho da vítima, vítima esta que durante a investigação, não raras vezes, opta por ficar em silêncio — um silêncio que tanto pode ter origem na culpa ou na dependência emocional face ao agressor como resultar de justificações mais simples, como seja, exatamente, a falta de segurança.”

Teresa Anjinho (CDS)

O partido votou a favor

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“Justiça seja feita, todos os partidos políticos representados nesta Casa se têm empenhado no combate a este drama. Todos os decisores políticos percebem que, por muito que se faça neste combate, a realidade está ainda longe do que desejaríamos.”

Carla Rodrigues (PSD)

O partido votou a favor

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“Para isso, o Estado tem a obrigação constitucional de assegurar os meios materiais e humanos adequados, em formação e número suficiente, para que, nas diversas dimensões de abordagem deste flagelo, no domínio da prevenção, acompanhamento e erradicação e também ao nível do sistema de justiça e dos profissionais necessários, estes funcionários judiciais ou técnicos das equipas multidisciplinares de apoio aos tribunais…”

Rita Rato (PCP)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“º do Código Penal, tornando a violência doméstica um crime público. Voltando um pouco atrás, o Deputado Luís Fazenda disse então, e cito: «Não desconhecemos que esta medida só por si não combate o flagelo.”

Cecília Honório (BE)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“A violência doméstica é uma realidade atroz que ainda não vencemos, pese embora todo o esforço que temos vindo a fazer e que tem sido transversal a todos os governos ao longo destes 15 anos, desde que foi definida, em 2000, como crime público.”

Elza Pais (PS)

O partido votou abstenção

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“Nunca como hoje o crime de violência doméstica teve tanta visibilidade, nunca como hoje foi tão clara a desocultação do fenómeno e nunca como hoje se mobilizaram tantos esforços quer da parte do Governo, quer da parte do Parlamento, quer da parte da sociedade civil no combate, prioritário e decidido, a este tipo de violência.”

Francisca Almeida (PSD)

O partido votou a favor

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“A violência doméstica é, malogradamente, e independentemente de toda a atenção, compromisso e investimento que tem merecido, uma realidade mundial e nacional. De privado a público, é um problema que subsiste e que, como todos bem sabemos, tem particular incidência nas mulheres.”

Teresa Anjinho (CDS)

O partido votou a favor

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Origem

  • Projeto de lein.º 959/XII PCPPrimeira Alteração à Lei n.º 104/2009, de 14 de setembro Regime de Concessão de indemnização às vítimas de crimes violentos e de violência doméstica

Sumário oficial

O título acima é o sumário oficial.

Texto integral no Diário da República

Fontes

  1. PrimáriaDiário da República: Lei n.º 121/2015
  2. PrimáriaDados abertos do Parlamento: Diplomas aprovados, XII Legislatura