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Desde 1974

Autoriza o Governo a legislar sobre distribuição fora das farmácias, de medicamentos que não necessitem de receita médica

Lei n.º 38/2005

Votação

Votação final globalAprovado
A favor
Abstenção
Outras votações (2): generalidade, especialidade
GeneralidadeAprovado
A favor
Abstenção
EspecialidadeAprovado
A favor
Abstenção

No debate

O que disse cada partido, em excertos literais do Diário da Assembleia da República.

“Mas a verdade é que esta medida é positiva na exacta medida em que facilita o acesso das pessoas, dos utentes, a medicamentos que não necessitam de receita médica. Portanto, facilitando a vida das pessoas, é, desde logo, positiva.”

Ana Drago (BE)

O partido votou a favor

Diário da AR

“Sucede que esta proposta de lei não é clara quanto à sua extensão, pois não se esclarece como, onde e em que termos o acto farmacêutico pode ser praticado fora das farmácias. Estas insuficiências da proposta de autorização legislativa poderiam e deveriam ser colmatadas pelo projecto de decreto-lei.”

Emídio Guerreiro (PSD)

O partido votou a favor

Diário da AR

“Estando garantida, do ponto de vista técnico, a qualidade e a segurança na distribuição dos chamados medicamentos de venda livre, a sua liberalização parece-nos só trazer vantagens.”

Manuel Pizarro (PS)

O partido votou a favor

Diário da AR

“A proposta que nos é apresentada pelo Governo e que pretende facilitar o acesso dos cidadãos aos medicamentos, podendo permitir, por outro lado, a redução do preço dos mesmos, é naturalmente uma proposta que o CDS-PP não inviabilizará e da qual não discorda.”

João Pinho de Almeida (CDS)

O partido votou abstenção

Diário da AR

“E, antes de mais, esta proposta de lei não é uma resposta aos principais problemas da política de saúde do País. Na verdade, esta proposta de lei não responde a qualquer dos principais problemas da política de saúde nacional, apesar de ter sido a primeira medida anunciada pelo Primeiro-Ministro nesta área.”

Bernardino Soares (PCP)

O partido votou abstenção

Diário da AR

Todas as intervenções (9)

“Sucede que esta proposta de lei não é clara quanto à sua extensão, pois não se esclarece como, onde e em que termos o acto farmacêutico pode ser praticado fora das farmácias. Estas insuficiências da proposta de autorização legislativa poderiam e deveriam ser colmatadas pelo projecto de decreto-lei.”

Emídio Guerreiro (PSD)

O partido votou a favor

Diário da AR

“Estando garantida, do ponto de vista técnico, a qualidade e a segurança na distribuição dos chamados medicamentos de venda livre, a sua liberalização parece-nos só trazer vantagens.”

Manuel Pizarro (PS)

O partido votou a favor

Diário da AR

“Mas a verdade é que esta medida é positiva na exacta medida em que facilita o acesso das pessoas, dos utentes, a medicamentos que não necessitam de receita médica. Portanto, facilitando a vida das pessoas, é, desde logo, positiva.”

Ana Drago (BE)

O partido votou a favor

Diário da AR

“O Governo apresenta hoje, nesta Câmara, uma proposta de lei sobre a distribuição fora das farmácias de medicamentos que não necessitam de receita médica. Trata-se de uma medida no contexto da política de medicamentos que, embora possa vir a revelar-se acertada, consideramos acessória.”

Ana Manso (PSD)

O partido votou a favor

Diário da AR

“A retirada às farmácias da exclusividade na comercialização de medicamentos de venda livre é uma medida tão corajosa como justa em si mesma, mas também reveladora de vontade dos governantes em criar novos e mais justos equilíbrios no sector.”

Jorge Almeida (PS)

O partido votou a favor

Diário da AR

“Disse então "não há nenhuma boa razão que impeça que os medicamentos de venda livre, não sujeitos a receita médica, possam ser adquiridos em qualquer estabelecimento, mesmo que não uma farmácia, desde que reúna as condições técnicas exigíveis de qualidade e segurança".”

Afonso Candal (PS)

O partido votou a favor

Diário da AR

“A proposta que nos é apresentada pelo Governo e que pretende facilitar o acesso dos cidadãos aos medicamentos, podendo permitir, por outro lado, a redução do preço dos mesmos, é naturalmente uma proposta que o CDS-PP não inviabilizará e da qual não discorda.”

João Pinho de Almeida (CDS)

O partido votou abstenção

Diário da AR

“E, antes de mais, esta proposta de lei não é uma resposta aos principais problemas da política de saúde do País. Na verdade, esta proposta de lei não responde a qualquer dos principais problemas da política de saúde nacional, apesar de ter sido a primeira medida anunciada pelo Primeiro-Ministro nesta área.”

Bernardino Soares (PCP)

O partido votou abstenção

Diário da AR

“Pretendo usar da palavra para defender a honra da bancada do PCP em relação a uma afirmação do Sr. Secretário de Estado da Saúde. Serei breve, Sr. Presidente. Sr. Secretário de Estado da Saúde, sabe perfeitamente que não podemos aceitar que diga que o PCP não está preocupado com a despesa das famílias com medicamentos.”

Bernardino Soares (PCP)

O partido votou abstenção

Diário da AR

Origem

  • Proposta de lein.º 2/X XVII Governo ConstitucionalAutoriza o Governo a legislar sobre distribuição, fora das farmácias, de medicamentos que não necessitem de receita médica.

Sumário oficial

O título acima é o sumário oficial.

Texto integral no Diário da República

Fontes

  1. PrimáriaDiário da República: Lei n.º 38/2005
  2. PrimáriaDados abertos do Parlamento: Diplomas aprovados, X Legislatura