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Desde 1974

Chumbado a 27 de outubro de 2016

Procede à sexta alteração à Lei n.º 19/2003, de 20 de junho, introduzindo medidas de justiça fiscal, igualdade de tratamento e de transparência no financiamento dos partidos políticos e campanhas eleitorais

Projeto de lei n.º 314/XIII

Proposto por BE · entrada a 4 de outubro de 2016

Votação

GeneralidadeRejeitado
A favor

No debate

O que disse cada partido, em excertos literais do Diário da Assembleia da República.

“Parece-nos, também, importante — nesta ideia de legitimação dos partidos políticos em democracia, nesta ideia de acrescentar legitimidade, porque se ouve a opinião pública, porque se ouvem os cidadãos, porque se ouve a democracia, porque se tem consciência da situação que o País vive, da situação de austeridade que tem sido imposta a milhões de portugueses — que, nesta situação, sejam retirados benefícios fiscais…”

Pedro Soares (BE)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“No entanto, consideramos também que este modelo se deve compatibilizar com o atual contexto económico do País e com os esforços que continuam a ser impostos aos cidadãos. A exigência temporal de maior rigor dos gastos públicos deverá, assim, abranger os partidos políticos.”

André Silva (PAN)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“Se olhássemos para aquilo que mais nos convém em vez de olharmos para aquilo que é mais justo não propúnhamos a criação de um imposto que, provavelmente, nos vai obrigar a pagar mais impostos, mas que continuamos a defender, porque é justo, apesar de não nos convir diretamente.”

João Oliveira (PCP)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“O Partido Socialista está disponível para acompanhar os portugueses nos sacríficos e participar neste esforço de contenção, mas não pode concordar que o legislador se proponha considerar a atividade política como não merecedora de idêntico tratamento em matéria de isenções fiscais quando o mesmo legislador entende, e digase que bem, que tal se justifica para entidades da mais diversa natureza cuja atividade é…”

Fernando Anastácio (PS)

O partido votou contra

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“Acresce o sacrifício fiscal a que continuam, e continuarão, aparentemente, votados os portugueses. Ao invés de estarmos agora a discutir que impostos poderíamos começar gradual e sustentadamente a baixar, estamos infelizmente a assistir a um aumento de impostos indiretos e à criação de alguns outros, sem se descerem impostos diretos que, reconhecidamente, também por nós, são muito altos.”

Vânia Dias da Silva (CDS)

O partido votou a favor

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Todas as intervenções (6)

“Parece-nos, também, importante — nesta ideia de legitimação dos partidos políticos em democracia, nesta ideia de acrescentar legitimidade, porque se ouve a opinião pública, porque se ouvem os cidadãos, porque se ouve a democracia, porque se tem consciência da situação que o País vive, da situação de austeridade que tem sido imposta a milhões de portugueses — que, nesta situação, sejam retirados benefícios fiscais…”

Pedro Soares (BE)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“Acresce o sacrifício fiscal a que continuam, e continuarão, aparentemente, votados os portugueses. Ao invés de estarmos agora a discutir que impostos poderíamos começar gradual e sustentadamente a baixar, estamos infelizmente a assistir a um aumento de impostos indiretos e à criação de alguns outros, sem se descerem impostos diretos que, reconhecidamente, também por nós, são muito altos.”

Vânia Dias da Silva (CDS)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“No entanto, consideramos também que este modelo se deve compatibilizar com o atual contexto económico do País e com os esforços que continuam a ser impostos aos cidadãos. A exigência temporal de maior rigor dos gastos públicos deverá, assim, abranger os partidos políticos.”

André Silva (PAN)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“Se olhássemos para aquilo que mais nos convém em vez de olharmos para aquilo que é mais justo não propúnhamos a criação de um imposto que, provavelmente, nos vai obrigar a pagar mais impostos, mas que continuamos a defender, porque é justo, apesar de não nos convir diretamente.”

João Oliveira (PCP)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“O Partido Socialista está disponível para acompanhar os portugueses nos sacríficos e participar neste esforço de contenção, mas não pode concordar que o legislador se proponha considerar a atividade política como não merecedora de idêntico tratamento em matéria de isenções fiscais quando o mesmo legislador entende, e digase que bem, que tal se justifica para entidades da mais diversa natureza cuja atividade é…”

Fernando Anastácio (PS)

O partido votou contra

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“Quando se tributa mais o património, quando se aumenta o IMI dos cidadãos, os partidos políticos não podem, não devem, em nome dessa transparência, ficar de fora desse esforço que se pede aos cidadãos.”

Nuno Magalhães (CDS)

O partido votou a favor

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Fontes

Votações e intervenções dos dados abertos da Assembleia da República e do Diário da AR.