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Desde 1974

Nuno Magalhães

Nuno Miguel Miranda de Magalhães

Deputado em 4 legislaturas (CDS).

No Parlamento

No debate 128

Intervenções nos debates das leis e dos projetos chumbados do site, em excertos literais do Diário da Assembleia da República.

“Mais de 70% dos portugueses são proprietários da sua habitação. A oferta de imóveis para arrendar é baixíssima, principalmente nos grandes centros urbanos, e apenas 2% da habitação existente no País é pública, muito abaixo do que se verifica na generalidade dos países europeus, como, por exemplo, em França, em que 17% da habitação é pública, ou no Reino Unido, em que esta chega aos 18%.”

Nuno Magalhães (CDS)

No debate de Lei 83/2019: Lei de bases da habitaçãoVotou contra

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“Findo o processo, que se arrastou ao longo de vários meses, relativamente ao regime jurídico do arrendamento, gostaria de dizer que o CDS contribuiu largamente para que esse debate pudesse ser feito sem extremismos ideológicos, com ponderação e procurando, sobretudo, aperfeiçoar o regime jurídico que existe e que tem proporcionado melhorias no regime habitacional e do arrendamento no nosso País.”

Nuno Magalhães (CDS)

No debate de Lei 2/2019: Autoriza o Governo a aprovar um regime especial de tributação que preveja a isenção de tributação dos rendimentos prediais decorrentes de arrendamento ou subarrendamento habitacional no âmbito do Programa de Arrendamento AcessívelVotou contra

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“Esta proposta é exatamente o que é, que é poder fazer com que o Estatuto de Roma, do Tribunal Penal Internacional, seja cumprido, nomeadamente tendo em atenção a Conferência de Kampala, que adotou a necessidade de se regulamentar a questão do crime de agressão contra os Estados, a par de outros crimes contra a humanidade que já estavam previstos, e esses, sim, regulamentados e por isso suscetíveis de serem aplicados…”

Nuno Magalhães (CDS)

No debate de Lei 11/2019: Tipifica o crime de agressão, procedendo à segunda alteração à lei penal relativa às violações do direito internacional humanitário, aprovada em anexo à Lei n.º 31/2004, de 22 de julho, que adapta a legislação penal portuguesa ao Estatuto do Tribunal Penal InternacionalVotou a favor

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“E, depois, há a postura do Partido Socialista, que não deixa de ser curiosa, porque, aqui, no Parlamento, como está acossado à sua esquerda, tenta, de alguma forma, tornar o seu discurso mais esquerdizante, o que faz com que a Secretária de Estado da Habitação e o Governo tenham de vir desmentir o Grupo Parlamentar do PS nos jornais, vindo tranquilizar as pessoas ao dizer: «nós não temos nada contra os inquilinos,…”

Nuno Magalhães (CDS)

No debate de Projeto de lei 821/XIII: Cria um incentivo ao arrendamento habitacional, reduzindo a taxa de tributação autónoma, em sede de IRS, dos rendimentos prediais, resultantes de contratos de arrendamento para habitação, procedendo à alteração do Código do Imposto Sobre o Rendimento das Pessoas Singulares, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 442-A/88, de 30 de novembroChumbado · o partido votou a favor

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“Gostava que a Sr.ª Deputada falasse daquilo que fez e, sobretudo, daquilo que não fez para combater esses abusos anos a fio como vereadora na Câmara Municipal de Lisboa na área da habitação…”

Nuno Magalhães (CDS)

No debate de Projeto de lei 770/XIII: Revoga a revisão do regime jurídico do arrendamento urbano aprovado pela Lei n.º 31/2012, de 14 de agostoChumbado · o partido votou contra

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“Vejamos a que é que, hoje, o País assistiu: PS, PSD, PCP e Bloco fazem um acordo que vai para além daquilo que foi pedido pelo Tribunal Constitucional, que vai para além daquilo que foi acordado por todos, já agora, alteram algumas regras, são apanhados e levam um puxão de orelhas.”

Nuno Magalhães (CDS)

No debate de Lei Orgânica 1/2018: Oitava alteração à Lei n.º 28/82, de 15 de novembro (Lei da Organização, Funcionamento e Processo do Tribunal Constitucional), segunda alteração à Lei Orgânica n.º 2/2003, de 22 de agosto (Lei dos Partidos Políticos), sétima alteração à Lei n.º 19/2003, de 20 de junho (Lei do Financiamento dos Partidos Políticos e das Campanhas Eleitorais), e primeira alteração à Lei Orgânica n.º 2/2005, de 10 de janeiro (Lei de Organização e Funcionamento da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos)Votou contra

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“Este debate era tãosomente sobre isto: devem ou não os trabalhadores ter liberdade de escolha, em diálogo laboral com a entidade patronal, para receber e calcular a forma como recebem o 13.”

Nuno Magalhães (CDS)

No debate de Projeto de lei 686/XIII: Consagra a liberdade de escolha do trabalhador no recebimento do subsídio de Natal e do subsídio de férias em duodécimos, procedendo à 11.ª alteração à Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, que aprova o Código do TrabalhoChumbado · o partido votou a favor

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“Quero dizer que o CDS votou contra estas alterações ao regime do arrendamento, porquanto elas representam a reversão de uma reforma importante, que há muito o País necessitava e que tinha sido realizada pelo anterior Governo PSD/CDS, e voltam a uma legislação que é tributária do regime vinculístico do Estado Novo, com base em pretextos falsos, procurando proteger — dizem — quem já estava protegido pelo subsídio de…”

Nuno Magalhães (CDS)

No debate de Lei 43/2017: Altera o Código Civil, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 47 344, de 25 de novembro de 1966, procede à quarta alteração à Lei n.º 6/2006, de 27 de fevereiro, que aprova o Novo Regime do Arrendamento Urbano, e à quinta alteração ao Decreto-Lei n.º 157/2006, de 8 de agosto, que aprova o regime jurídico das obras em prédios arrendadosVotou contra

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“Quando se tributa mais o património, quando se aumenta o IMI dos cidadãos, os partidos políticos não podem, não devem, em nome dessa transparência, ficar de fora desse esforço que se pede aos cidadãos.”

Nuno Magalhães (CDS)

No debate de Projeto de lei 314/XIII: Procede à sexta alteração à Lei n.º 19/2003, de 20 de junho, introduzindo medidas de justiça fiscal, igualdade de tratamento e de transparência no financiamento dos partidos políticos e campanhas eleitoraisChumbado · o partido votou a favor

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“Mas, verdade, verdadinha, apenas agendou para ser votado um projeto que se limita, no essencial, a prorrogar um prazo que já existe, uma disposição legal que já existe, constante de uma lei de 2012, de um Governo — do qual, de resto, o CDS participou, com orgulho — que finalmente teve a coragem de fazer uma verdadeira reforma do arrendamento.”

Nuno Magalhães (CDS)

No debate de Lei 43/2017: Altera o Código Civil, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 47 344, de 25 de novembro de 1966, procede à quarta alteração à Lei n.º 6/2006, de 27 de fevereiro, que aprova o Novo Regime do Arrendamento Urbano, e à quinta alteração ao Decreto-Lei n.º 157/2006, de 8 de agosto, que aprova o regime jurídico das obras em prédios arrendadosVotou contra

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“O País sabe claramente que, nomeadamente o Partido Socialista, é contra a baixa de impostos para as famílias, é contra o quociente familiar, é contra que as famílias com mais filhos possam beneficiar, é contra os planos poupança-reforma e até acabou por votar 91% das propostas.”

Nuno Magalhães (CDS)

No debate de Lei 82-E/2014: Procede a uma reforma da tributação das pessoas singulares, orientada para a família, para a simplificação e para a mobilidade social, altera o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares, o Código do Imposto do Selo, o Estatuto dos Benefícios Fiscais, a lei geral tributária, o Código de Procedimento e de Processo Tributário, o Regime Geral das Infrações Tributárias e o Decreto-Lei n.º 26/99, de 28 de janeiro, e revoga o Decreto-Lei n.º 42/91, de 22 de janeiroVotou a favor

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“Em primeiro lugar, quanto à crítica feita pelo PS e pelo Deputado João Galamba de que não houve tempo para discutir a reforma do IRS, importa referir, sublinhar e dizer que esta proposta que hoje discutimos está há quase um mês e meio no Parlamento.”

Nuno Magalhães (CDS)

No debate de Lei 82-D/2014: Procede à alteração das normas fiscais ambientais nos sectores da energia e emissões, transportes, água, resíduos, ordenamento do território, florestas e biodiversidade, introduzindo ainda um regime de tributação dos sacos de plástico e um regime de incentivo ao abate de veículos em fim de vida, no quadro de uma reforma da fiscalidade ambientalVotou a favor

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Votos contra a orientação do grupo 19