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Desde 1974

Altera a Lei n.º 33/2025, de 31 de março, que promove os direitos na gravidez, parto e puerpério, e a Lei n.º 15/2014, de 21 de março, que consolida a legislação em matéria de direitos e deveres do utente dos serviços de saúde

Lei n.º 57/2026

Votação

Votação final globalAprovado
Abstenção
Outras votações (2): generalidade, especialidade
GeneralidadeAprovado
Abstenção
EspecialidadeAprovado

Aprovado por unanimidade.

No debate

O que disse cada partido, em excertos literais do Diário da Assembleia da República.

“O Livre, pelo contrário, apresentou uma melhoria da lei, clarificando e protegendo mais as mulheres e também os profissionais de saúde. Ouvimos muitas entidades neste processo e percebemos o peso que o termo violência obstétrica tem.”

Isabel Mendes Lopes (Livre)

O partido votou contra

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“A lei foi aprovada no último Plenário da Legislatura, não houve audição de nenhuma entidade e aquilo que foi feito, sim, punha em causa quer mulheres quer profissionais de saúde, relativamente a este problema que, sim, existe, e toda a gente o reconhece.”

Joana Cordeiro (IL)

O partido votou a favor

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“A humanização dos cuidados não pode colocar em causa uma dicotomia entre profissionais de saúde, a mulher, a família e a criança. E, na realidade, este processo foi aprovado à última hora e não permitiu ouvir as entidades.”

Patrícia Nascimento (Chega)

O partido votou abstenção

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“E, inclusivamente, tem apelado a que haja estudos em que se tenha em consideração as diferentes audições e os próprios peticionários que já trouxeram a este Parlamento diferentes iniciativas, que querem, de alguma forma, não colocar famílias e profissionais uns contra os outros, mas sim garantir que este é um fenómeno não só profundamente identificado, como também combatido, no que são as práticas nos hospitais.”

Inês de Sousa Real (PAN)

O partido votou contra

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“Como já foi dito, tratouse, neste processo legislativo, de corrigir algo que foi feito à pressa e de forma abusiva no passado. E percebeu- se aqui porquê, porque há Sr.as Deputadas e Srs. Deputados que estão mais preocupados com questões terminológicas do que com a proteção, de facto, às mulheres.”

João Pinho de Almeida (CDS)

O partido votou a favor

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Origem

  • Projeto de lein.º 106/XVII LLei de prevenção e proteção contra a violência obstétrica

Sumário oficial

O título acima é o sumário oficial.

Texto integral no Diário da República

Fontes

  1. PrimáriaDiário da República: Lei n.º 57/2026
  2. PrimáriaDados abertos do Parlamento: Diplomas aprovados, XVII Legislatura