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Desde 1974

Chumbado a 14 de junho de 2017

Altera o regime de trabalho temporário limitando a sua utilização e reforçando os direitos dos trabalhadores (12.ª alteração à Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, que aprova o Código do Trabalho)

Projeto de lei n.º 330/XIII

Proposto por PCP · entrada a 19 de outubro de 2016

Votação

GeneralidadeRejeitado
Abstenção
Contra

No debate

O que disse cada partido, em excertos literais do Diário da Assembleia da República.

“Maquilhagem pura da realidade, apenas a servir de justificação para a tão desejada flexibilidade laboral. A ligação laboral deste trabalhador que referi à dita empresa durou 30 meses.”

Luís Soares (PS)

O partido votou abstenção

Diário da AR · Vídeo

“Depois, para que fiquemos esclarecidos, de uma vez por todas, o Sr. Deputado faz uma manifestação de princípios, um discurso absolutamente demagógico relativamente à situação de precariedade de muitos trabalhadores, que nós compreendemos e, evidentemente, também temos essa mesma preocupação, mas aquilo que não pode é eximir-se das responsabilidades que tem, enquanto Deputado que apoia este Governo, na fiscalização…”

António Carlos Monteiro (CDS)

O partido votou contra

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“Pantomina, depois, porque se estas propostas fossem mesmo importantes para a esquerda radical não eram feitas aos bocadinhos, não eram propostas aos poucochinhos, propostas de alteração da legislação laboral em câmara lenta, para durarem mais tempo.”

Álvaro Batista (PSD)

O partido votou contra

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“E vieram defender a única estabilidade que importa à direita, a estabilidade do abuso, que foi inscrito na legislação laboral pelo PSD e pelo CDS e que é responsável pelo facto de, hoje, a maior parte do emprego que está a ser criado ser emprego precário, porque a lei permite que este seja precário, mesmo quando falamos de funções permanentes.”

José Moura Soeiro (BE)

O partido votou a favor

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“O recurso a empresas de trabalho temporário e ao regime de outsourcing para responder a necessidades permanentes de outras empresas a quem prestam serviços é uma realidade crescente, atingindo mais de 100 000 trabalhadores e um volume de negócios superior a 1,2 mil milhões de euros em 2010.”

Rita Rato (PCP)

O partido votou a favor

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Todas as intervenções (7)

“O recurso a empresas de trabalho temporário e ao regime de outsourcing para responder a necessidades permanentes de outras empresas a quem prestam serviços é uma realidade crescente, atingindo mais de 100 000 trabalhadores e um volume de negócios superior a 1,2 mil milhões de euros em 2010.”

Rita Rato (PCP)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“Pantomina, depois, porque se estas propostas fossem mesmo importantes para a esquerda radical não eram feitas aos bocadinhos, não eram propostas aos poucochinhos, propostas de alteração da legislação laboral em câmara lenta, para durarem mais tempo.”

Álvaro Batista (PSD)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“Maquilhagem pura da realidade, apenas a servir de justificação para a tão desejada flexibilidade laboral. A ligação laboral deste trabalhador que referi à dita empresa durou 30 meses.”

Luís Soares (PS)

O partido votou abstenção

Diário da AR · Vídeo

“Depois, para que fiquemos esclarecidos, de uma vez por todas, o Sr. Deputado faz uma manifestação de princípios, um discurso absolutamente demagógico relativamente à situação de precariedade de muitos trabalhadores, que nós compreendemos e, evidentemente, também temos essa mesma preocupação, mas aquilo que não pode é eximir-se das responsabilidades que tem, enquanto Deputado que apoia este Governo, na fiscalização…”

António Carlos Monteiro (CDS)

O partido votou contra

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“Hoje discutimos aqui várias iniciativas legislativas referentes à precariedade laboral e ao reforço dos direitos dos trabalhadores, umas da autoria do Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português, outras da autoria do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda.”

Sandra Pereira (PSD)

O partido votou contra

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“E vieram defender a única estabilidade que importa à direita, a estabilidade do abuso, que foi inscrito na legislação laboral pelo PSD e pelo CDS e que é responsável pelo facto de, hoje, a maior parte do emprego que está a ser criado ser emprego precário, porque a lei permite que este seja precário, mesmo quando falamos de funções permanentes.”

José Moura Soeiro (BE)

O partido votou a favor

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“Um problema seríssimo para os trabalhadores mas que, pelos vistos, para o PSD e para o CDS representa pouco, tem pouca importância. Lamentamos essa desvalorização e a forma como procuraram fazer a discussão de questões laterais.”

João Oliveira (PCP)

O partido votou a favor

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Fontes

Votações e intervenções dos dados abertos da Assembleia da República e do Diário da AR.