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Desde 1974

Chumbado a 24 de fevereiro de 2023

Altera o Código Civil, Regime Jurídico do Processo de Adoção e o Código do Trabalho, com o objetivo de reduzir o número de crianças institucionalizadas garantindo-lhes um processo de adoção célere e bem-sucedido

Projeto de lei n.º 529/XV

Proposto por Chega · entrada a 3 de fevereiro de 2023

Votação

GeneralidadeRejeitado
A favor
Abstenção
Contra

No debate

O que disse cada partido, em excertos literais do Diário da Assembleia da República.

“O Bloco de Esquerda agendou para debate alterações ao regime legal aplicável à adoção. A adoção, como é prevista neste regime legal, implica um vínculo legal que é semelhante ao da filiação biológica, mas sempre realizado no superior interesse da criança.”

Pedro Filipe Soares (BE)

O partido votou abstenção

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“O PCP traz dois projetos de lei a debate, ambos focados no superior interesse da criança. Resultam muito da contribuição e do trabalho incansável de cidadãos e das suas associações no sentido de melhorar o sistema de promoção e proteção de crianças e jovens e, por isso, gostaríamos de os saudar.”

Alma Rivera (PCP)

O partido votou abstenção

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“Estamos hoje a falar, nesta Câmara, de adoção de crianças, mas nunca poderemos esquecer que a adoção é, e sempre será, uma resposta à perda sofrida por uma criança concreta — uma criança, um ser humano que se vê privado de um bem, da sua família natural e biológica.”

Pedro dos Santos Frazão (Chega)

O partido votou a favor

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“Nos últimos anos, a adoção mudou de paradigma no nosso País, privilegiando o superior interesse da criança, que é hoje o eixo central de todo o processo que se guia pela máxima «uma família para uma criança».”

Inês de Sousa Real (PAN)

O partido votou abstenção

Diário da AR · Vídeo

“De acordo com o Relatório de Caracterização Anual da Situação de Acolhimento das Crianças e Jovens, no sistema nacional de acolhimento estavam 6369 crianças, das quais 171 estavam confiadas a instituições, com vista a futura adoção, e apenas 9 confiadas a famílias de acolhimento, com vista a futura adoção.”

Rui Tavares (Livre)

O partido votou abstenção

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“Hoje, uma criança com 15 anos não pode ser adotada e está condenada a viver institucionalizada até fazer 18 anos e ser, aos olhos da lei, independente. Todos os anos temos mais pessoas a querer adotar, mas, ao mesmo tempo, temos cada vez mais crianças e jovens que ficam em instituições à espera.”

Patrícia Gilvaz (IL)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“Em 1948, na terceira sessão da comissão social da Organização das Nações Unidas, os participantes debateram um assunto, que na altura era premente, relacionado com o número de crianças que, a seguir à II Guerra Mundial, tinham perdido as suas famílias ou, por algum motivo, estavam separadas.”

Bruno Aragão (PS)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“Debatemos hoje um conjunto de iniciativas que versam sobre os direitos das crianças e dos jovens, em particular no que diz respeito à adoção. Um conjunto de iniciativas que tem merecido, ao longo desta tarde e por parte de todos os partidos, um amplo consenso.”

Clara Marques Mendes (PSD)

O partido votou abstenção

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Fontes

Texto e processo no parlamento.pt

Votações e intervenções dos dados abertos da Assembleia da República e do Diário da AR.