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Desde 1974

Chumbado a 17 de fevereiro de 2023

Proíbe o Estado de recorrer à arbitragem como forma de resolução de litígios em matéria administrativa e fiscal

Projeto de lei n.º 521/XV

Proposto por PCP · entrada a 3 de fevereiro de 2023

Votação

GeneralidadeRejeitado
Abstenção
Contra

No debate

O que disse cada partido, em excertos literais do Diário da Assembleia da República.

“Em 2019, quando a EDP (Energias de Portugal) vendeu seis barragens a Engie por 2,2 mil milhões de euros, os municípios da região e o movimento cultural Terras de Miranda exigiram que a receita desses impostos fosse transferida para as autarquias onde estão as barragens, e que têm tido o prejuízo de ter as barragens no seu território.”

Mariana Mortágua (BE)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“À dimensão energética juntou-se, entretanto, o enorme escândalo fiscal que é o facto de este negócio de 2200 milhões de euros poder vir a ficar isento de 1 cêntimo que seja de imposto.”

Duarte Alves (PCP)

O partido votou a favor

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“Tivemos aqui, ainda agora, o Sr. Secretário do Estado para discutir a magna questão de retirar benefícios às autocaravanas e no momento em que falamos, a sério, sobre cobrar impostos devidos por infraestruturas como barragens o Governo prima pela ausência.”

Rui Tavares (Livre)

O partido votou a favor

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“Estamos de corpo inteiro naquilo que é a justiça que é exigida na cobrança destes impostos. Sr. Deputado, queria pedir-lhe dois esclarecimentos, muito rapidamente. Primeiro: afinal o vosso projeto de resolução tem a ver com que impostos?”

Adão Silva (PSD)

O partido votou contra

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“Os senhores sabem o que é que isto vale, do ponto de vista legal, do ponto de vista fiscal? Vale zero! Mas não é por vossa incompetência, é porque é isto que vocês querem. Vocês querem que isto não sirva para nada!”

André Ventura (Chega)

O partido votou abstenção

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“Toda a questão em torno da sujeição ou isenção das barragens, no que diz respeito ao IMI, é mais uma evidência de como, infelizmente, a complexidade do nosso sistema fiscal conduz à necessidade frequente de depender de interpretações da Autoridade Tributária, sempre casuais e muitas vezes — demasiadas — arbitrárias.”

Bernardo Blanco (IL)

O partido votou contra

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“Este projeto de resolução recomenda que o Governo, e passo a citar, «assegure, a curto prazo, as condições necessárias à captação pelos municípios, designadamente na região de Trás-os-Montes e Alto Douro», pelo que o mesmo incide sobre um conjunto diversificado de impostos, que abrange, nomeadamente, o IMI, mas também o Imposto de Selo e o IMT devidos pela venda, da EDP à Engie, de seis barragens na bacia do Douro.”

Sobrinho Teixeira (PS)

O partido votou contra

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Todas as intervenções (9)

“Estamos de corpo inteiro naquilo que é a justiça que é exigida na cobrança destes impostos. Sr. Deputado, queria pedir-lhe dois esclarecimentos, muito rapidamente. Primeiro: afinal o vosso projeto de resolução tem a ver com que impostos?”

Adão Silva (PSD)

O partido votou contra

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“Em 2019, quando a EDP (Energias de Portugal) vendeu seis barragens a Engie por 2,2 mil milhões de euros, os municípios da região e o movimento cultural Terras de Miranda exigiram que a receita desses impostos fosse transferida para as autarquias onde estão as barragens, e que têm tido o prejuízo de ter as barragens no seu território.”

Mariana Mortágua (BE)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“À dimensão energética juntou-se, entretanto, o enorme escândalo fiscal que é o facto de este negócio de 2200 milhões de euros poder vir a ficar isento de 1 cêntimo que seja de imposto.”

Duarte Alves (PCP)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“Tivemos aqui, ainda agora, o Sr. Secretário do Estado para discutir a magna questão de retirar benefícios às autocaravanas e no momento em que falamos, a sério, sobre cobrar impostos devidos por infraestruturas como barragens o Governo prima pela ausência.”

Rui Tavares (Livre)

O partido votou a favor

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“Este projeto de resolução recomenda que o Governo, e passo a citar, «assegure, a curto prazo, as condições necessárias à captação pelos municípios, designadamente na região de Trás-os-Montes e Alto Douro», pelo que o mesmo incide sobre um conjunto diversificado de impostos, que abrange, nomeadamente, o IMI, mas também o Imposto de Selo e o IMT devidos pela venda, da EDP à Engie, de seis barragens na bacia do Douro.”

Sobrinho Teixeira (PS)

O partido votou contra

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“Não há dúvida nenhuma de que é preciso que as barragens paguem IMI, e este projeto de resolução do PS e o consequente despacho do secretário de Estado vão nesse caminho. E eu, como transmontano e como português, em geral, espero que isto seja concretizado,…”

Adão Silva (PSD)

O partido votou contra

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“Os senhores sabem o que é que isto vale, do ponto de vista legal, do ponto de vista fiscal? Vale zero! Mas não é por vossa incompetência, é porque é isto que vocês querem. Vocês querem que isto não sirva para nada!”

André Ventura (Chega)

O partido votou abstenção

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“Toda a questão em torno da sujeição ou isenção das barragens, no que diz respeito ao IMI, é mais uma evidência de como, infelizmente, a complexidade do nosso sistema fiscal conduz à necessidade frequente de depender de interpretações da Autoridade Tributária, sempre casuais e muitas vezes — demasiadas — arbitrárias.”

Bernardo Blanco (IL)

O partido votou contra

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“E esperamos que brevemente tenhamos uma decisão dos tribunais no sentido de haver direito ao pagamento de impostos e de esses impostos reverterem a favor território, conforme foi já aprovado aqui, na Assembleia da República.”

Berta Nunes (PS)

O partido votou contra

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Fontes

Texto e processo no parlamento.pt

Votações e intervenções dos dados abertos da Assembleia da República e do Diário da AR.