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Desde 1974

Chumbado a 26 de setembro de 2025

Altera as regras de suspensão provisória do processo relativamente a processos por crime de violência doméstica, garantindo mais direitos à vítima

Projeto de lei n.º 187/XVII

Proposto por Chega · entrada a 12 de setembro de 2025

Votação

GeneralidadeRejeitado
Abstenção
Contra

No debate

O que disse cada partido, em excertos literais do Diário da Assembleia da República.

“Repugna-nos a todos que, tantas vezes, seja nas promoções do Ministério Público ou nas decisões judiciais, continuem a aparecer preconceitos, interpretações extravagantes e decisões que, infelizmente, não põem em primeiro lugar aquilo que têm de pôr: a defesa das vidas, a defesa da integridade física e a proteção de quem é vítima de violência doméstica.”

João Pinho de Almeida (CDS)

O partido votou abstenção

Diário da AR · Vídeo

“A violência doméstica é o crime que mais mata em Portugal. Nas últimas duas décadas, já aqui foi dito, foram assassinadas cerca de 700 mulheres. Este ano, nos primeiros seis meses, as queixas aumentaram 26 % relativamente ao período homólogo do ano passado.”

Elza Pais (PS)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“Na maioria das vezes, quem sai de casa é a vítima e não o agressor, infelizmente, e isto é uma inversão inaceitável do princípio da justiça. Sabemos que existem casas de abrigo e sabemos que elas cumprem um papel essencial.”

Idalina Durães (Chega)

O partido votou a favor

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“º da lei da prevenção da violência doméstica, onde se prevê — e isto até foi aqui muito falado — que, no prazo máximo de 72 horas, o Ministério Público promova medidas de proteção à vítima e medidas de coação ao agressor, tendo aqui cabimento as necessárias medidas de afastamento do agressor.”

Sandra Pereira (PSD)

O partido votou abstenção

Diário da AR · Vídeo

“Há vítimas de violência doméstica que não têm problemas económicos, que sempre tiveram uma vida privilegiada e que se mantêm em relações abusivas. Há vítimas de violência doméstica com mestrados e doutoramentos, com acesso a informação, com carreiras brilhantes e que se mantêm em relações abusivas.”

Angélique Da Teresa (IL)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“Sabemos, evidentemente — e acho que isso ficou claro neste debate —, que a violência doméstica atinge diferentes dimensões e diferentes idades. O rosto da violência doméstica é maioritariamente feminino, mas não é por isso que também não é exercida contra homens, contra crianças, contra pessoas idosas, e por isso há uma dimensão multidisciplinar que tem de dar resposta a este flagelo.”

Inês de Sousa Real (PAN)

O partido votou a favor

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Todas as intervenções (8)

“Repugna-nos a todos que, tantas vezes, seja nas promoções do Ministério Público ou nas decisões judiciais, continuem a aparecer preconceitos, interpretações extravagantes e decisões que, infelizmente, não põem em primeiro lugar aquilo que têm de pôr: a defesa das vidas, a defesa da integridade física e a proteção de quem é vítima de violência doméstica.”

João Pinho de Almeida (CDS)

O partido votou abstenção

Diário da AR · Vídeo

“A violência doméstica é o crime que mais mata em Portugal. Nas últimas duas décadas, já aqui foi dito, foram assassinadas cerca de 700 mulheres. Este ano, nos primeiros seis meses, as queixas aumentaram 26 % relativamente ao período homólogo do ano passado.”

Elza Pais (PS)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“º da lei da prevenção da violência doméstica, onde se prevê — e isto até foi aqui muito falado — que, no prazo máximo de 72 horas, o Ministério Público promova medidas de proteção à vítima e medidas de coação ao agressor, tendo aqui cabimento as necessárias medidas de afastamento do agressor.”

Sandra Pereira (PSD)

O partido votou abstenção

Diário da AR · Vídeo

“Relativamente a estas iniciativas que hoje discutimos, queria dizer que elas são todas meritórias e de grande importância, mas para nós, para o Partido Socialista, o combate à violência doméstica passa, em primeiro lugar, pela prevenção, e isso implica falar da violência no namoro, Sr.ª Deputada Sandra Pereira.”

Patrícia Faro (PS)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“Na maioria das vezes, quem sai de casa é a vítima e não o agressor, infelizmente, e isto é uma inversão inaceitável do princípio da justiça. Sabemos que existem casas de abrigo e sabemos que elas cumprem um papel essencial.”

Idalina Durães (Chega)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“Vou começar por responder ao Chega, dizendo que, naturalmente, não caberá ao Grupo Parlamentar do PSD assumir compromissos relativamente à execução do Orçamento, que é da responsabilidade do Governo.”

Sandra Pereira (PSD)

O partido votou abstenção

Diário da AR · Vídeo

“Há vítimas de violência doméstica que não têm problemas económicos, que sempre tiveram uma vida privilegiada e que se mantêm em relações abusivas. Há vítimas de violência doméstica com mestrados e doutoramentos, com acesso a informação, com carreiras brilhantes e que se mantêm em relações abusivas.”

Angélique Da Teresa (IL)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“Sabemos, evidentemente — e acho que isso ficou claro neste debate —, que a violência doméstica atinge diferentes dimensões e diferentes idades. O rosto da violência doméstica é maioritariamente feminino, mas não é por isso que também não é exercida contra homens, contra crianças, contra pessoas idosas, e por isso há uma dimensão multidisciplinar que tem de dar resposta a este flagelo.”

Inês de Sousa Real (PAN)

O partido votou a favor

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Fontes

Texto e processo no parlamento.pt

Votações e intervenções dos dados abertos da Assembleia da República e do Diário da AR.