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Chumbado a 27 de setembro de 2024

Assegura que a procriação medicamente assistida é comparticipada pelo SNS até aos 49 anos de idade

Projeto de lei n.º 259/XVI

Proposto por Chega · entrada a 13 de setembro de 2024

Votação

GeneralidadeRejeitado
A favor
Abstenção

No debate

O que disse cada partido, em excertos literais do Diário da Assembleia da República.

“Para muitos, a concretização de um projeto de parentalidade depende de tratamentos de procriação medicamente assistida, que são, muitas vezes, limitados pelo acesso aos serviços de saúde e pelas longas filas de espera.”

Paulo Muacho (Livre)

O partido votou abstenção

Diário da AR · Vídeo

“Por outro lado, sabemos também que a média de tempo de espera no SNS varia entre um ano e meio e três anos e que o SNS apenas comparticipa tratamentos, no máximo, até aos 42 anos, o que leva a que muitas mulheres só tenham acesso ao tratamento no privado, onde a lei permite o tratamento até aos 50 anos.”

Inês de Sousa Real (PAN)

O partido votou abstenção

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“O que é preciso é que o Governo invista no Serviço Nacional de Saúde, nos centros de PMA, valorize as carreiras dos profissionais e especialistas e invista no banco público de gâmetas.”

Marisa Matias (BE)

O partido votou abstenção

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“Também é preciso reforçar as equipas de saúde, para que os centros públicos de procriação medicamente assistida possam ter maior capacidade, bem como modernizar e reforçar os meios e equipamentos laboratoriais.”

Paula Santos (PCP)

O partido votou contra

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“Se há instituição fundamental na nossa sociedade, essa instituição é a família. Falo de família nas suas diferentes formas: não é necessário que haja um pai e uma mãe para que seja uma família — podem ser dois pais, podem ser duas mães.”

Mário Amorim Lopes (IL)

O partido votou a favor

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“De idade, porque o acesso no Serviço Nacional de Saúde é mais limitado em relação à disposição legal e à disponibilidade no setor privado. De localização geográfica, porque o sul do País não tem a cobertura que o resto do território nacional tem, o que torna a quem vive nessa região o acesso mais dificultado.”

João Pinho de Almeida (CDS)

O partido votou contra

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“A infertilidade é um drama que afeta inúmeros casais em Portugal. Este problema torna-se ainda mais preocupante para nós, enquanto sociedade, quando temos uma baixa taxa de natalidade.”

João Ribeiro (Chega)

O partido votou a favor

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“Como é sabido, quando uma lei é aprovada pelo povo, representado na Casa da democracia, consagrando um direito — neste caso, o direito ao acesso à gestação de substituição —, essa lei impõe ao Governo a emissão de normas regulamentares para assegurar a sua execução, e o Governo não pode omitir essa regulamentação.”

Isabel Alves Moreira (PS)

O partido votou contra

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“Ex.mo Sr. Presidente da Assembleia da República, Sr.as e Srs. Deputados: A infertilidade humana constitui um problema de saúde pública global, segundo a Organização Mundial da Saúde, afetando cerca de 17,5 % da população adulta mundial.”

Miguel Guimarães (PSD)

O partido votou contra

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Todas as intervenções (14)

“Ex.mo Sr. Presidente da Assembleia da República, Sr.as e Srs. Deputados: A infertilidade humana constitui um problema de saúde pública global, segundo a Organização Mundial da Saúde, afetando cerca de 17,5 % da população adulta mundial.”

Miguel Guimarães (PSD)

O partido votou contra

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“A infertilidade é um drama que afeta inúmeros casais em Portugal. Este problema torna-se ainda mais preocupante para nós, enquanto sociedade, quando temos uma baixa taxa de natalidade.”

João Ribeiro (Chega)

O partido votou a favor

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“Ex.mo Sr. Presidente da Assembleia da República, Sr.as e Srs. Deputados: A infertilidade humana constitui um problema de saúde pública global, segundo a Organização Mundial da Saúde, afetando cerca de 17,5 % da população adulta mundial.”

Miguel Guimarães (PSD)

O partido votou contra

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“Atualmente, em Portugal, as mulheres que necessitam de recorrer às técnicas de PMA através do SNS enfrentam um limite etário de 40 anos para tratamentos de fertilização in vitro e de 42 anos para a inseminação intrauterina.”

Diva Ribeiro (Chega)

O partido votou a favor

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“Para muitos, a concretização de um projeto de parentalidade depende de tratamentos de procriação medicamente assistida, que são, muitas vezes, limitados pelo acesso aos serviços de saúde e pelas longas filas de espera.”

Paulo Muacho (Livre)

O partido votou abstenção

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“Por outro lado, sabemos também que a média de tempo de espera no SNS varia entre um ano e meio e três anos e que o SNS apenas comparticipa tratamentos, no máximo, até aos 42 anos, o que leva a que muitas mulheres só tenham acesso ao tratamento no privado, onde a lei permite o tratamento até aos 50 anos.”

Inês de Sousa Real (PAN)

O partido votou abstenção

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“O que é preciso é que o Governo invista no Serviço Nacional de Saúde, nos centros de PMA, valorize as carreiras dos profissionais e especialistas e invista no banco público de gâmetas.”

Marisa Matias (BE)

O partido votou abstenção

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“Como é sabido, quando uma lei é aprovada pelo povo, representado na Casa da democracia, consagrando um direito — neste caso, o direito ao acesso à gestação de substituição —, essa lei impõe ao Governo a emissão de normas regulamentares para assegurar a sua execução, e o Governo não pode omitir essa regulamentação.”

Isabel Alves Moreira (PS)

O partido votou contra

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“Também é preciso reforçar as equipas de saúde, para que os centros públicos de procriação medicamente assistida possam ter maior capacidade, bem como modernizar e reforçar os meios e equipamentos laboratoriais.”

Paula Santos (PCP)

O partido votou contra

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“Se há instituição fundamental na nossa sociedade, essa instituição é a família. Falo de família nas suas diferentes formas: não é necessário que haja um pai e uma mãe para que seja uma família — podem ser dois pais, podem ser duas mães.”

Mário Amorim Lopes (IL)

O partido votou a favor

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“De idade, porque o acesso no Serviço Nacional de Saúde é mais limitado em relação à disposição legal e à disponibilidade no setor privado. De localização geográfica, porque o sul do País não tem a cobertura que o resto do território nacional tem, o que torna a quem vive nessa região o acesso mais dificultado.”

João Pinho de Almeida (CDS)

O partido votou contra

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“Falamos em procriação medicamente assistida e em fertilidade e parece que todos partimos para este debate do mesmo ponto. Mas isto não é verdade, por isso esta intervenção. Ouvimos também dizer, neste debate, que Portugal tem avançado no apoio a tratamentos de fertilidade.”

Rita Matias (Chega)

O partido votou a favor

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“A procriação medicamente assistida tem uma elevada importância para a saúde sexual e reprodutiva e para os direitos humanos das mulheres, permitindo que se combata a infertilidade, definida pela OMS como um grave problema de saúde pública.”

Elza Pais (PS)

O partido votou contra

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“O projeto de resolução que recomenda o reforço das técnicas de procriação medicamente assistida não é apenas uma questão de saúde, é uma exigência ética, é o nosso compromisso com a justiça social, que visa reforçar os centros públicos que prestam este atendimento, antecipar diagnósticos precoces, promover o acesso universal e também a nossa natalidade.”

Francisco Sousa Vieira (PSD)

O partido votou contra

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Fontes

Texto e processo no parlamento.pt

Votações e intervenções dos dados abertos da Assembleia da República e do Diário da AR.