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Chumbado a 25 de outubro de 2024

Promove uma escola sem ecrãs de smartphones nos primeiros níveis de ensino, alterando a Lei n.º 51/2012, de 5 de setembro

Projeto de lei n.º 330/XVI

Proposto por BE · entrada a 11 de outubro de 2024

Votação

GeneralidadeRejeitado
A favor
Abstenção

No debate

O que disse cada partido, em excertos literais do Diário da Assembleia da República.

“Fizeram um longo caminho, que tem sido um caminho de construção de consenso sobre as preocupações — que foram as primeiras a trazer nesta dimensão e a nível nacional — em relação ao uso dos ecrãs, o excesso de exposição aos ecrãs nas escolas e nos recreios e, sobretudo, para nos alertar para um certo deslumbramento digital que em determinado momento ocupou as escolas.”

Joana Mortágua (BE)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“Começo por saudar as mais de 20 000 pessoas que assinaram a petição pela limitação do uso de smartphones nos recreios escolares, bem como o esforço que foi empreendido pelo Movimento Menos Ecrãs, Mais Vida, em particular as suas quatro fundadoras — mães e professoras —, que têm feito um trabalho de muita sensibilização nesta dimensão.”

Inês de Sousa Real (PAN)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“Discutir o papel dos ecrãs lúdicos na escola implica discutir também as condições das escolas. Para o PCP, a preocupação quanto à utilização excessiva de ecrãs lúdicos é real e, também por isso, agradecemos e saudamos o empenho dos peticionários, ao contribuir para esta discussão.”

Tânia Mateus (PCP)

O partido votou abstenção

Diário da AR · Vídeo

“Pretendem uma revisão do Estatuto do Aluno com base na preocupação relativa à utilização de smartphones, à carência de socialização por parte das crianças em meio escolar, para que se diminua algo que é também muito preocupante, que é a realidade do cyberbullying e apontam a experiência comparada de outros países para podermos, também em Portugal, evoluir nesta legislação.”

João Pinho de Almeida (CDS)

O partido votou contra

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“O desenvolvimento tecnológico permitiu um acesso ao conhecimento generalizado e ao desenvolvimento de ferramentas lúdicas e pedagógicas que contribuem para um ensino moderno, inovador e com inúmeras possibilidades.”

Filipa Pinto (Livre)

O partido votou a favor

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“Sabe-se, no entanto, que o digital é uma realidade presente e futura, e a escola deve conseguir enquadrar o acesso dos alunos ao digital de modo construtivo, para que o seu potencial seja explorado enquanto os seus riscos são contidos.”

Gonçalo Valente (PSD)

O partido votou contra

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“Agora, revelam uma utilização alarmante destes equipamentos nesses espaços, sobretudo nos intervalos e, até, em algumas atividades letivas, daí o reconhecimento de todos os partidos de que é necessário regular o uso destes dispositivos nos recintos escolares.”

Palmira Maciel (PS)

O partido votou abstenção

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“O Chega, como único partido da direita democrática em Portugal representado na Assembleia da República, tem muito bem definido no seu programa que a família educa e a escola ensina.”

Luísa Areosa (Chega)

O partido votou contra

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“Se queremos uma educação livre e inovadora, devemos confiar nas nossas escolas em vez de as sufocar com regras centralizadoras, que ignoram a realidade e as necessidades de cada comunidade.”

Patrícia Gilvaz (IL)

O partido votou contra

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Todas as intervenções (14)

“Fizeram um longo caminho, que tem sido um caminho de construção de consenso sobre as preocupações — que foram as primeiras a trazer nesta dimensão e a nível nacional — em relação ao uso dos ecrãs, o excesso de exposição aos ecrãs nas escolas e nos recreios e, sobretudo, para nos alertar para um certo deslumbramento digital que em determinado momento ocupou as escolas.”

Joana Mortágua (BE)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“Agora, revelam uma utilização alarmante destes equipamentos nesses espaços, sobretudo nos intervalos e, até, em algumas atividades letivas, daí o reconhecimento de todos os partidos de que é necessário regular o uso destes dispositivos nos recintos escolares.”

Palmira Maciel (PS)

O partido votou abstenção

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“Nós apenas as estendemos ao recreio, porque entendemos que os problemas que se colocam dentro da aula, naquelas idades tão precoces, podem colocar-se também no recreio, porque é um espaço pedagógico, sendo que a experiência das escolas que aprovaram esta medida é muito positiva.”

Joana Mortágua (BE)

O partido votou a favor

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“Começo por saudar as mais de 20 000 pessoas que assinaram a petição pela limitação do uso de smartphones nos recreios escolares, bem como o esforço que foi empreendido pelo Movimento Menos Ecrãs, Mais Vida, em particular as suas quatro fundadoras — mães e professoras —, que têm feito um trabalho de muita sensibilização nesta dimensão.”

Inês de Sousa Real (PAN)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“Discutir o papel dos ecrãs lúdicos na escola implica discutir também as condições das escolas. Para o PCP, a preocupação quanto à utilização excessiva de ecrãs lúdicos é real e, também por isso, agradecemos e saudamos o empenho dos peticionários, ao contribuir para esta discussão.”

Tânia Mateus (PCP)

O partido votou abstenção

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“Pretendem uma revisão do Estatuto do Aluno com base na preocupação relativa à utilização de smartphones, à carência de socialização por parte das crianças em meio escolar, para que se diminua algo que é também muito preocupante, que é a realidade do cyberbullying e apontam a experiência comparada de outros países para podermos, também em Portugal, evoluir nesta legislação.”

João Pinho de Almeida (CDS)

O partido votou contra

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“Sabe-se, no entanto, que o digital é uma realidade presente e futura, e a escola deve conseguir enquadrar o acesso dos alunos ao digital de modo construtivo, para que o seu potencial seja explorado enquanto os seus riscos são contidos.”

Gonçalo Valente (PSD)

O partido votou contra

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“Assim, articulando a solução e, desde logo, valorizando a questão do acesso em meio escolar, na sala de aula, às tecnologias, é algo que pode integrar, por um lado, o contacto e, por outro lado, o espaço para a socialização de uma forma harmoniosa.”

João Pinho de Almeida (CDS)

O partido votou contra

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“O desenvolvimento tecnológico permitiu um acesso ao conhecimento generalizado e ao desenvolvimento de ferramentas lúdicas e pedagógicas que contribuem para um ensino moderno, inovador e com inúmeras possibilidades.”

Filipa Pinto (Livre)

O partido votou a favor

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“O Chega, como único partido da direita democrática em Portugal representado na Assembleia da República, tem muito bem definido no seu programa que a família educa e a escola ensina.”

Luísa Areosa (Chega)

O partido votou contra

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“É com elevada consideração que cumprimentamos a primeira peticionária, Mónica Pereira, bem como os mais de 23 000 peticionários que subscreveram a petição que hoje estamos a analisar, com o título «Viver o recreio escolar, sem ecrãs de smartphones!”

Inês Barroso (PSD)

O partido votou contra

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“Daí a importância de discutirmos qual o lugar que estes aparelhos devem ocupar nas nossas escolas e até que ponto deverá ser condicionado o seu uso em contexto escolar.”

Eduardo Pinheiro (PS)

O partido votou abstenção

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“Começo por saudar os subscritores da petição em discussão, que apela a viver o recreio escolar sem ecrãs de smartphones, agradecendo, desde já, o contributo que nos trazem para a discussão desta matéria.”

Manuela Tender (Chega)

O partido votou contra

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“Se queremos uma educação livre e inovadora, devemos confiar nas nossas escolas em vez de as sufocar com regras centralizadoras, que ignoram a realidade e as necessidades de cada comunidade.”

Patrícia Gilvaz (IL)

O partido votou contra

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Fontes

Texto e processo no parlamento.pt

Votações e intervenções dos dados abertos da Assembleia da República e do Diário da AR.