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Chumbado a 13 de janeiro de 2023

Isenta de IVA os bens alimentares essenciais

Projeto de lei n.º 436/XV

Proposto por Chega · entrada a 16 de dezembro de 2022

Votação

GeneralidadeRejeitado
A favor
Abstenção
Contra

No debate

O que disse cada partido, em excertos literais do Diário da Assembleia da República.

“O PCP apresenta esta iniciativa pela criação de um regime de preços máximos a aplicar num cabaz alimentar essencial, definindo, assim, um preço de referência para cada um dos produtos com base nos custos reais e numa margem não especulativa, proibindo, desta forma, a venda a um preço superior sem justificação atendível.”

João Dias (PCP)

O partido votou abstenção

Diário da AR · Vídeo

“Por um lado, esperamos que à terceira seja de vez e que passe a existir sensibilidade para a redução do IVA (imposto sobre o valor acrescentado), passando para o IVA zero nos bens alimentares do cabaz essencial.”

Inês de Sousa Real (PAN)

O partido votou abstenção

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“Há quem proponha baixar o IVA dos preços de bens essenciais. Não é uma proposta que mereça a nossa oposição, mas a única forma de defender as pessoas é acabar com estes abusos que os super-ricos estão a impor ao País, e isso não se faz sem controlar o preço de bens essenciais.”

Pedro Filipe Soares (BE)

O partido votou abstenção

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“Em novembro de 2022, só a receita do IVA já tinha aumentado quase 3200 milhões de euros face ao período homólogo do ano anterior. Dando respaldo a estes dados, rapidamente verificamos que, enquanto o Estado ganha milhares de milhões de euros com a inflação, as famílias portuguesas assistem, mês após mês, ao aumento do preço dos alimentos.”

Rui Afonso (Chega)

O partido votou a favor

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“O combate à inflação e a mitigação dos seus efeitos constitui, sem dúvida, um vetor fundamental da estratégia de ação do Governo.”

Sérgio Ávila (PS)

O partido votou contra

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“É indiscutível que estamos, atualmente, confrontados com um aumento elevadíssimo dos preços dos bens alimentares essenciais, o que muito preocupa o PSD.”

Paulo Ramalho (PSD)

O partido votou abstenção

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“No início de 2022, passavam as culpas à União Europeia, porque não permitia baixar o IVA. A Comissão Europeia autorizou baixar o IVA, e o IVA permaneceu inalterado. Depois, a culpa era das empresas de distribuição alimentar, e, aí, o Governo veio criar uma contribuição sobre lucros extraordinários, uma medida que não resolveu problema nenhum, não funciona sequer de financiamento face a soluções.”

Carla Castro (IL)

O partido votou a favor

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“Se baixarmos 6 % do IVA de 20 %, ainda fica uma inflação demasiado alta para que a maior parte dos portugueses a possa pagar.”

Rui Tavares (Livre)

O partido votou abstenção

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Todas as intervenções (10)

“O PCP apresenta esta iniciativa pela criação de um regime de preços máximos a aplicar num cabaz alimentar essencial, definindo, assim, um preço de referência para cada um dos produtos com base nos custos reais e numa margem não especulativa, proibindo, desta forma, a venda a um preço superior sem justificação atendível.”

João Dias (PCP)

O partido votou abstenção

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“Por um lado, esperamos que à terceira seja de vez e que passe a existir sensibilidade para a redução do IVA (imposto sobre o valor acrescentado), passando para o IVA zero nos bens alimentares do cabaz essencial.”

Inês de Sousa Real (PAN)

O partido votou abstenção

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“Há quem proponha baixar o IVA dos preços de bens essenciais. Não é uma proposta que mereça a nossa oposição, mas a única forma de defender as pessoas é acabar com estes abusos que os super-ricos estão a impor ao País, e isso não se faz sem controlar o preço de bens essenciais.”

Pedro Filipe Soares (BE)

O partido votou abstenção

Diário da AR · Vídeo

“Em novembro de 2022, só a receita do IVA já tinha aumentado quase 3200 milhões de euros face ao período homólogo do ano anterior. Dando respaldo a estes dados, rapidamente verificamos que, enquanto o Estado ganha milhares de milhões de euros com a inflação, as famílias portuguesas assistem, mês após mês, ao aumento do preço dos alimentos.”

Rui Afonso (Chega)

O partido votou a favor

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“O combate à inflação e a mitigação dos seus efeitos constitui, sem dúvida, um vetor fundamental da estratégia de ação do Governo.”

Sérgio Ávila (PS)

O partido votou contra

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“É indiscutível que estamos, atualmente, confrontados com um aumento elevadíssimo dos preços dos bens alimentares essenciais, o que muito preocupa o PSD.”

Paulo Ramalho (PSD)

O partido votou abstenção

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“Todos os contributos e perspetivas são úteis para a promoção do debate e devem ser analisados, quer se centrem na questão do desperdício alimentar, como as propostas do PAN — promovendo o escoamento de produtos imperfeitos e os incentivos fiscais à doação de alimentos —, quer se foquem na questão mais específica dos preços, como as propostas do PCP e do Bloco de Esquerda, que defendem limites máximos no comércio de…”

Clarisse Campos (PS)

O partido votou contra

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“Confesso que quando vejo propostas de medidas rebuçado, medidas que são populares e que agradam a gregos e a troianos — como as dos benefícios fiscais nas doações e IVA zero —, questiono-me sobre como não as apoiar.”

Patrícia Dantas (PSD)

O partido votou abstenção

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“No início de 2022, passavam as culpas à União Europeia, porque não permitia baixar o IVA. A Comissão Europeia autorizou baixar o IVA, e o IVA permaneceu inalterado. Depois, a culpa era das empresas de distribuição alimentar, e, aí, o Governo veio criar uma contribuição sobre lucros extraordinários, uma medida que não resolveu problema nenhum, não funciona sequer de financiamento face a soluções.”

Carla Castro (IL)

O partido votou a favor

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“Se baixarmos 6 % do IVA de 20 %, ainda fica uma inflação demasiado alta para que a maior parte dos portugueses a possa pagar.”

Rui Tavares (Livre)

O partido votou abstenção

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Fontes

Texto e processo no parlamento.pt

Votações e intervenções dos dados abertos da Assembleia da República e do Diário da AR.