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Desde 1974

Chumbado a 11 de julho de 2025

Promove a qualidade, adequação, segurança e humanização dos cuidados de saúde na gravidez e no parto, alterando a Lei n.º 33/2025, de 31 de março

Projeto de lei n.º 93/XVII

Proposto por PSD · entrada a 4 de julho de 2025

Votação

GeneralidadeRejeitado

No debate

O que disse cada partido, em excertos literais do Diário da Assembleia da República.

“Por isso, digo: o projeto do PSD aqui hoje apresentado garante que nenhuma mulher se sinta desrespeitada, mas também que nenhum profissional de saúde se sinta ameaçado,… Foi com essa responsabilidade que o Partido Social Democrata apresentou o Projeto de Lei n.º 93/XVII/1.”

Ana Oliveira (PSD)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“Revogar a lei é, sim, desresponsabilizar o sistema de saúde e dizer que o corpo das mulheres não lhes pertence e que não têm direito a um parto condigno. O caminho em matéria dos direitos das mulheres tem de ser de progresso e não de retrocesso.”

Inês de Sousa Real (PAN)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“É um combate de responsabilidade coletiva, onde grávidas, mães e bebés e famílias são protegidos, onde os profissionais de saúde também são protegidos e onde, em conjunto, se trabalha para a erradicar, através de formação e também da responsabilização das instituições.”

Isabel Mendes Lopes (Livre)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“Não é preciso erradicá-lo da lei, porque ele tem um valor em si mesmo de reconhecimento de uma prática que supera em muito os atos individuais de cada profissional de saúde. Se o problema é falta de regulamentação, é possível regulamentar.”

Mariana Mortágua (BE)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“Assim, a Iniciativa Liberal irá votar contra a revogação de uma lei que tipifica um problema real, mas irá contribuir ativamente para que a lei seja aprimorada em processo de especialidade, salvaguardando o superior interesse de todos os profissionais de saúde e das mulheres também.”

Mário Amorim Lopes (IL)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“Falamos de dados alarmantes, de planos de partos desrespeitados, de intervenções hospitalares não consentidas, de um número de partos instrumentados que triplica a média europeia, de taxas preocupantes de episiotomias.”

Irene Costa (PS)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“A situação piorou e as dificuldades no acesso aos cuidados de saúde por parte das grávidas cresceram, e cresceram bastante! Não têm segurança, não sabem sequer qual o serviço de urgência que vai estar aberto no dia seguinte.”

Paula Santos (PCP)

O partido votou contra

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“Enquanto isso, o seu filho, que não era um mero amontoado de células, tinha coração, tinha mãos, tinha pernas, tinha forma humana, era despejado no lixo hospitalar — lixo hospitalar!”

Rita Matias (Chega)

O partido votou contra

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“E obrigam-nos também — e essa é a segunda palavra — a uma responsabilidade de assumirmos que, enquanto Estado e através do Serviço Nacional de Saúde, neste momento — infelizmente não é de agora —, não estamos a conseguir dar a resposta que um serviço público de saúde deve dar às mulheres grávidas e deve dar, designadamente, em termos de urgência.”

João Pinho de Almeida (CDS)

O partido votou a favor

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Todas as intervenções (12)

“E obrigam-nos também — e essa é a segunda palavra — a uma responsabilidade de assumirmos que, enquanto Estado e através do Serviço Nacional de Saúde, neste momento — infelizmente não é de agora —, não estamos a conseguir dar a resposta que um serviço público de saúde deve dar às mulheres grávidas e deve dar, designadamente, em termos de urgência.”

João Pinho de Almeida (CDS)

O partido votou a favor

Diário da AR · Vídeo

“Enquanto isso, o seu filho, que não era um mero amontoado de células, tinha coração, tinha mãos, tinha pernas, tinha forma humana, era despejado no lixo hospitalar — lixo hospitalar!”

Rita Matias (Chega)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“Por isso, digo: o projeto do PSD aqui hoje apresentado garante que nenhuma mulher se sinta desrespeitada, mas também que nenhum profissional de saúde se sinta ameaçado,… Foi com essa responsabilidade que o Partido Social Democrata apresentou o Projeto de Lei n.º 93/XVII/1.”

Ana Oliveira (PSD)

O partido votou a favor

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“No entanto, estamos novamente a desviar-nos do assunto que nos traz aqui hoje e acho que fomos muito claros sobre esse aspeto. Acho que não nos devemos esquecer de que os médicos têm responsabilidades éticas e civis que têm de cumprir dentro dos seus atos médicos.”

Ana Oliveira (PSD)

O partido votou a favor

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“Revogar a lei é, sim, desresponsabilizar o sistema de saúde e dizer que o corpo das mulheres não lhes pertence e que não têm direito a um parto condigno. O caminho em matéria dos direitos das mulheres tem de ser de progresso e não de retrocesso.”

Inês de Sousa Real (PAN)

O partido votou contra

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“É um combate de responsabilidade coletiva, onde grávidas, mães e bebés e famílias são protegidos, onde os profissionais de saúde também são protegidos e onde, em conjunto, se trabalha para a erradicar, através de formação e também da responsabilização das instituições.”

Isabel Mendes Lopes (Livre)

O partido votou contra

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“Não é preciso erradicá-lo da lei, porque ele tem um valor em si mesmo de reconhecimento de uma prática que supera em muito os atos individuais de cada profissional de saúde. Se o problema é falta de regulamentação, é possível regulamentar.”

Mariana Mortágua (BE)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“Assim, a Iniciativa Liberal irá votar contra a revogação de uma lei que tipifica um problema real, mas irá contribuir ativamente para que a lei seja aprimorada em processo de especialidade, salvaguardando o superior interesse de todos os profissionais de saúde e das mulheres também.”

Mário Amorim Lopes (IL)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“Falamos de dados alarmantes, de planos de partos desrespeitados, de intervenções hospitalares não consentidas, de um número de partos instrumentados que triplica a média europeia, de taxas preocupantes de episiotomias.”

Irene Costa (PS)

O partido votou contra

Diário da AR · Vídeo

“A situação piorou e as dificuldades no acesso aos cuidados de saúde por parte das grávidas cresceram, e cresceram bastante! Não têm segurança, não sabem sequer qual o serviço de urgência que vai estar aberto no dia seguinte.”

Paula Santos (PCP)

O partido votou contra

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“Ou sobre profissionais de saúde contra mulheres, ou esquerda versus direita — sobretudo quando tentam sempre dizer que a direita está contra as mulheres. Isto é estar ao lado do bom senso, defender as mulheres…”

Rita Matias (Chega)

O partido votou contra

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“Por meio de um processo inclusivo, com a participação das mulheres, comunidades, profissionais e gestores da saúde, formadores de recursos humanos em saúde, organismos de educação e certificação, associações profissionais, governos, interessados nos sistemas de saúde, pesquisadores, grupos da sociedade civil e organizações internacionais.”

João Pinho de Almeida (CDS)

O partido votou a favor

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Fontes

Texto e processo no parlamento.pt

Votações e intervenções dos dados abertos da Assembleia da República e do Diário da AR.